É remar até achar a felicidade.
Beatriz, carioca. "Eu odeio ser sensível demais, chorar demais, me entregar demais, sofrer demais, ser bestinha demais. Odeio tantos ‘demais’ em mim."
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“Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que sinto. Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca, porque metade de mim é o grito, mas a outra metade é o silêncio. Que a música que ouço ao longe seja linda e que a pessoa que eu amo esteja sempre amada, mesmo que distante, porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade. Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor, apenas respeitadas, como a única coisa que resta numa pessoa inundada de sentimentos, porque metade de mim é o que ouço e a outra é o que calo. Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço, que essa tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada, porque metade de mim é o que penso e a outra metade é o vulcão. Que o medo da solidão se afaste e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável, que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro de ter dado a minha face, porque metade de mim é lembrança do que fui e a outra metade.. eu não sei. Que seja preciso mais que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito, e que o teu silêncio me fale cada vez mais, porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço. Que a arte aponte uma resposta mesmo que eu não saiba e que ninguém atende complicar, porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer, porque metade de mim é platéia e a outra metade é canção. Que minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor e a outra.. também.”
Oswaldo Montenegro

“Cê não imagina a aflição que eu fico,
Quando não estou contigo.”
Cássia Eller

“Fechei a porta do quarto, coloquei a cabeça no travesseiro, fiz questão de lembrar de absolutamente tudo e comecei a chorar bem baixinho, pra ninguém ouvir, não por vergonha, eu precisava chorar.”

ME PEDIR EM NAMORO NINGUÉM QUER NÉ.


“A gente acaba.
Gritando.
Sussurando.
Chorando.
Matando.
Sorrindo.
Sofrendo.
Sentindo falta.
Odiando.
Amando.
Tudo em silêncio.”